1-Figura Nacional: Nélson Évora (é obvio.)
Figura Internacional: Barack Obama (o que mais dizer sobre o efeito Obama?)
2-Acontecimento Nacional: Guerra Legislativa entre o Sócrates e Cavaco.
Acontecimento Internacional: Presidenciais Norte-Americanas, Vitória Espanhola no Euro e Surpreendente organização dos Jogos Olimpicos pela China.
3- A palhaçada Federação Portuguesa de Futebol.
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terça-feira, 30 de dezembro de 2008
terça-feira, 7 de outubro de 2008
Pamplona Corte-Real esmaga Marcelo, Miranda e Medeiros.
Assunto: convivência entre a Constituição e a lei ordinária que não autoriza casamentos entre pessoas do mesmo sexo.
"Carlos Pamplona Corte-Real, que esta tarde foi orador na audição parlamentar do Bloco de Esquerda sobre casamentos entre pessoas do mesmo sexo disse que é incompreensível que o Código Civil continue a só permitir a união de pessoas de sexo diferente.
Corte-Real, co-autor do livro Casamento entre Pessoas do Mesmo Sexo, considerou «espúria, irracional e aberrante» a actual proibição de casamentos gay no Código Civil, face à norma da Constituição da República que não permite discriminações em razão da orientação sexual.
O professor de Direito da Família da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa atacou as posições dos principais constitucionalistas portugueses, por considerarem admissível que apenas existam casamentos entre pessoas de sexo diferente.
Corte-Real disse que a interpretação «historicista» de Jorge Miranda e Rui Medeiros é «absurda». E considerou inadmissível a posição de Vital Moreira e Gomes Canotilho, que disse ser «um cheque em branco» ao legislador ordinário
«Acho isto extraordinário em matéria de direitos fundamentais, vindo de constitucionalistas», afirmou.
O professor considerou ainda «insidiosa» a posição de quem admite as uniões gay desde que se não lhes chame casamentos, mas uma «coisa diferente». «Marcelo Rebelo de Sousa defende esta tese», disse Corte-Real, considerando-a como «uma discriminação ainda mais grave: discriminação no nome». "
Fonte: SOl
"Carlos Pamplona Corte-Real, que esta tarde foi orador na audição parlamentar do Bloco de Esquerda sobre casamentos entre pessoas do mesmo sexo disse que é incompreensível que o Código Civil continue a só permitir a união de pessoas de sexo diferente.
Corte-Real, co-autor do livro Casamento entre Pessoas do Mesmo Sexo, considerou «espúria, irracional e aberrante» a actual proibição de casamentos gay no Código Civil, face à norma da Constituição da República que não permite discriminações em razão da orientação sexual.
O professor de Direito da Família da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa atacou as posições dos principais constitucionalistas portugueses, por considerarem admissível que apenas existam casamentos entre pessoas de sexo diferente.
Corte-Real disse que a interpretação «historicista» de Jorge Miranda e Rui Medeiros é «absurda». E considerou inadmissível a posição de Vital Moreira e Gomes Canotilho, que disse ser «um cheque em branco» ao legislador ordinário
«Acho isto extraordinário em matéria de direitos fundamentais, vindo de constitucionalistas», afirmou.
O professor considerou ainda «insidiosa» a posição de quem admite as uniões gay desde que se não lhes chame casamentos, mas uma «coisa diferente». «Marcelo Rebelo de Sousa defende esta tese», disse Corte-Real, considerando-a como «uma discriminação ainda mais grave: discriminação no nome». "
Fonte: SOl
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domingo, 5 de outubro de 2008
Tal como prometido!
Lembro-me de postar aqui várias vezes coisas relativas à produção do filme do DragonBall, desde poster's a imagens. Lembro-me também de ter prometido colocar aqui o trailer quando saísse. Tem poucos dias, tem um minuto e pouco, mas já dá para ver o que nos espera. Pessoalmente, parece-me bem concebido, dentro do minímo aceitável para um filme que se baseia num histórico dos desenhos animados. Acredito firmemente que seria dificil fazer melhor. Mas estaremos cá para ver melhor o que nos espera.
quinta-feira, 2 de outubro de 2008
Crise financeira
O Senado dos Estados Unidos aprovou nesta madrugada o plano rectificado de injecção de 700 mil milhões de dólares (501 mil milhões de euros) no mercado monetário.
Fonte: Sol
Fonte: Sol
quinta-feira, 24 de julho de 2008
sexta-feira, 18 de julho de 2008
Troca de acusações entre professores de Direito
A polémica sobre o secretário de Estado dos Assuntos Fiscais prossegue fora da Reitoria. Paz Ferreira (orientador de Carlos Lobo e membro do júri) diz-se "pessoalmente atingido" por declarações de Saldanha Sanches, a quem acusa de ter "falta de qualidade científica".
Carlos Lobo, secretário de estados Assuntos Fiscais, doutorou-se na quarta-feira, na Faculdade de Direito de Lisboa, por unanimidade, com 17 valores. As provas foram antecedidas de controvérsia, que continua, mesmo fora da Reitoria da Universidade de Lisboa, onde decorreu a sessão.
O facto do júri que Carlos Lobo integrar dois sócios do doutorando numa sociedade de advogados - os professores Eduardo Paz Ferreira e Luis Morais - levou Saldanha Sanches, também nomeado para apreciar a prova, a não comparecer. O fiscalista, professor de Direito na mesma faculdade, disse ao Expresso, na véspera do 'exame', que a decisão do júri poderia ser "parcial".
Em reacção, Eduardo Paz Ferreira diz-se "pessoalmente atingido" por Saldanha Sanches. "Tenho uma carreira que fala pela minha isenção", afirma. Paz Ferreira, orientador de Lobo, afirma que Sanches "não tem qualidade científica", recordando o doutoramento de Saldanha Sanches. Nestas provas, em que Sanches foi aprovado por maioria, Paz Ferreira votou contra. "Basta ler as actas, com a declaração dos elementos do júri, mesmo dos que votaram a favor, para perceber as razões pelas quais Saldanha Sanches não fez uma carreira académica de prestígio".
Saldanha Sanches, que há dois meses apresentou o pedido de reforma, refugia-se na ironia: "Leiam as poucas obras publicadas por Paz Ferreira".
Na sua apreciação do caso, Saldanha Sanches invocava eventuais incompatibilidades éticas de Paz Ferreira (e de Luis Morais) para serem júris de um doutorando de quem são sócios. Fontes académicas, contactadas pelo Expresso, alertaram, também, para o eventual incumprimento de normas legais.
Com efeito, o Código do Procedimento Administrativo estabelece as situações em que o "titular de órgão ou agente deve pedir dispensa de intervir no procedimento quando ocorra circunstância pela qual possa razoavelmente suspeitar-se da sua isenção ou da rectidão da sua conduta". Uma das situações é "quando o titular do órgão ou agente" "for credor ou devedor de pessoa singular ou colectiva com interesse directo do procedimento, acto ou contrato" - designação que se aplicaria a Paz Ferreira e a Morais, e ao facto de ambos serem sócios de Lobo.
Esta norma foi ponderada pela Reitoria da Universidade de Lisboa (UL), que não viu motivos para alterar a composição do júri, assegurou ao Expresso António Vallêra, vice-reitor da UL. A mesma opinião tem Menezes Leitão, professor de Direito (e ex-candidato a bastonário dos Advogados). "Não é uma situação inédita. O meio é pequeno e tanto há relações directas numa empresa de advogados, por exemplo, como dentro da própria faculdade, entre doutorados e assistentes", afirma.
Carlos Lobo, secretário de estados Assuntos Fiscais, doutorou-se na quarta-feira, na Faculdade de Direito de Lisboa, por unanimidade, com 17 valores. As provas foram antecedidas de controvérsia, que continua, mesmo fora da Reitoria da Universidade de Lisboa, onde decorreu a sessão.
O facto do júri que Carlos Lobo integrar dois sócios do doutorando numa sociedade de advogados - os professores Eduardo Paz Ferreira e Luis Morais - levou Saldanha Sanches, também nomeado para apreciar a prova, a não comparecer. O fiscalista, professor de Direito na mesma faculdade, disse ao Expresso, na véspera do 'exame', que a decisão do júri poderia ser "parcial".
Em reacção, Eduardo Paz Ferreira diz-se "pessoalmente atingido" por Saldanha Sanches. "Tenho uma carreira que fala pela minha isenção", afirma. Paz Ferreira, orientador de Lobo, afirma que Sanches "não tem qualidade científica", recordando o doutoramento de Saldanha Sanches. Nestas provas, em que Sanches foi aprovado por maioria, Paz Ferreira votou contra. "Basta ler as actas, com a declaração dos elementos do júri, mesmo dos que votaram a favor, para perceber as razões pelas quais Saldanha Sanches não fez uma carreira académica de prestígio".
Saldanha Sanches, que há dois meses apresentou o pedido de reforma, refugia-se na ironia: "Leiam as poucas obras publicadas por Paz Ferreira".
Na sua apreciação do caso, Saldanha Sanches invocava eventuais incompatibilidades éticas de Paz Ferreira (e de Luis Morais) para serem júris de um doutorando de quem são sócios. Fontes académicas, contactadas pelo Expresso, alertaram, também, para o eventual incumprimento de normas legais.
Com efeito, o Código do Procedimento Administrativo estabelece as situações em que o "titular de órgão ou agente deve pedir dispensa de intervir no procedimento quando ocorra circunstância pela qual possa razoavelmente suspeitar-se da sua isenção ou da rectidão da sua conduta". Uma das situações é "quando o titular do órgão ou agente" "for credor ou devedor de pessoa singular ou colectiva com interesse directo do procedimento, acto ou contrato" - designação que se aplicaria a Paz Ferreira e a Morais, e ao facto de ambos serem sócios de Lobo.
Esta norma foi ponderada pela Reitoria da Universidade de Lisboa (UL), que não viu motivos para alterar a composição do júri, assegurou ao Expresso António Vallêra, vice-reitor da UL. A mesma opinião tem Menezes Leitão, professor de Direito (e ex-candidato a bastonário dos Advogados). "Não é uma situação inédita. O meio é pequeno e tanto há relações directas numa empresa de advogados, por exemplo, como dentro da própria faculdade, entre doutorados e assistentes", afirma.
Fonte:Expresso
terça-feira, 15 de julho de 2008
Bronca na Faculdade de Direito de Lisboa
Carlos Lobo, secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, presta amanhã, quarta-feira, provas de doutoramento. Dois sócios seus, Eduardo Paz Ferreira e Luís Silva Morais, integram o júri. Saldanha Sanches, também nomeado, recusa estar presente, pois o veredicto"pode ser parcial".
Saldanha Sanches, professor associado da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, comunicou à Reitoria e ao doutorando Carlos Lobo que recusa fazer parte do júri de doutoramento do membro do Governo. Carlos Lobo defenderá amanhã, quarta-feira, às 15h00, a tese "Sectores em Rede: Regulação para a Concorrência".
Saldanha Sanches, professor associado da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, comunicou à Reitoria e ao doutorando Carlos Lobo que recusa fazer parte do júri de doutoramento do membro do Governo. Carlos Lobo defenderá amanhã, quarta-feira, às 15h00, a tese "Sectores em Rede: Regulação para a Concorrência".
Na base da decisão do fiscalista está o facto de fazerem parte do júri dois sócios de Lobo. Os três integram a sociedade de advogados Paz Ferreira e Associados. Eduardo Paz Ferreira, professor catedrático, é, aliás, o orientador da tese. Luís Morais é professor auxiliar. Em declarações ao Expresso, Saldanha Sanches diz recear que "a posição do júri seja parcial. Esta situação não é habitual na faculdade, pois até agora tem havido distanciamento". Saldanha Sanches diz que se trata de "uma questão ética".
Além desta dimensão, fontes académicas, que pediram o anonimato, questionam a legalidade da situação. Como exemplo, citam casos em que tribunais administrativos anularam decisões de júris em que havia relações comerciais entre avaliadores e avaliados.
O júri - de que fazem ainda parte António Avelãs Nunes (Universidade de Coimbra), Luís Miguel Poiares Maduro (Nova de Lisboa), António Meneses Cordeiro e Correia de Araújo (ambos da Universidade de Lisboa) - foi escolhido pelo Conselho Científico e nomeado, em edital, pela Reitoria da Universidade de Lisboa.
António Vallera, vice-reitor e presidente do júri, disse ao Expresso que a reitoria, quando soube da situação, perguntou ao conselho científico se poderiam existir incompatibilidades. "A resposta foi negativa e várias pessoas por mim contactadas disseram não haver problemas", acrescentou. O vice-reitor disse ainda ser muito pequeno o grupo de avaliadores especializados na área de doutoramento de Carlos Lobo, o que explicaria o facto de existirem dois sócios seus no júri.
Fonte: Expresso
segunda-feira, 7 de julho de 2008
Deixa lá, continuarás a ser o Melhor de Sempre!! =D

Perdeu é verdade. Mas quantos conseguiriam aquela recuperação fantástica quando já diziam que o outro já tinha ganho? Simplesmente Fenomenal. Tenho para mim que se não acontece a segunda interrupção por causa da chuva, Federer ganharia sem dificuldade. Estava melhor. No fim, foi traído simplesmente pelo físico.
Seja como for ganho Nadal, não lhe reconheço grande mérito. É craque em dezenas de artimanhas que o beneficiam. Qual é o jogo em que não é advertido pelo tempo que demora a servir? Porque vai sempre à toalha quando perde um ponto, mesmo que seja no primeiro jogo de serviço? Tudo isto quebra o estado de espírito do adversário e o beneficia. Se jogasse mais limpo talvez já tivesse sido considerado o melhor de sempre até porque títulos não lhe faltam.
Pela sua atitude em campo, pela sua classe, Federer é intocável. Será para sempre o melhor...
Ps: Nadal Sucks!!
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quarta-feira, 18 de junho de 2008
terça-feira, 18 de março de 2008
sexta-feira, 7 de março de 2008
Entrevista (comentada)
«É um modelo exequível, que respeita as melhores práticas internacionais, que os protege [os professores], que lhes dá mais vantagens» , referiu a titular da pasta da Educação, em entrevista quinta-feira à noite na RTP1.
Se assim é, porque tanta discussão? Se é um modelo que os protege só deveriam estar contentes, pelo curso normal das coisas não? Bom, no fundo, se calhar não é bem assim... A meu ver é aquilo que chamamos o 2 em 1... o aluno ameaça o prof, este para não ser magoado dá-lhe um 5, e, no fim, este 5 conduz a um excelente ao prof. Em suma, sai a ganhar dando boa nota a quem não tem capacidade para tal... humm, o proteger só pode ser neste sentido. Continuemos...
Na entrevista à RTP1, a ministra da Educação rejeitou o adiamento da aplicação dos sistema de avaliação dos professores, que está a ser contestado em manifestações dos docentes, que se encontram sábado em Lisboa, afirmando que o modelo proposto é melhor do que está a ser negociado com os sindicatos da Função Pública.
Eu não queria ser malandro, mas cheira-me que ela gosta de arranjar problemas... Isto é aquilo a que chamo "I want to be the special one".
Sobre a onda de contestação dos docentes, a governante acusou os partidos políticos da oposição de se «colarem» aos protestos, aos sindicatos, considerando haver «evidentemente manipulação, aproveitamento político».
Comentário escusado. Quando tiveste na oposição não fizeste o mesmo noutras matérias? Sabe bem não sabe? Rires-te dos outros enquanto são contestados, mas agora riem-se de ti.=)
Contudo, admitiu também existirem «professores do Partido Socialista descontentes».
Bom, isto já é grave. Ou consideras uma conquista também? É preciso classe para afastar os próprios apoiantes.... cheira-me que isto vai mesmo mau.
«Há professores descontentes, que desconfiam do modelo. Mas apelo a que confiem nas escolas» , disse Maria de Lurdes Rodrigues, advogando que a contestação é fruto de «muita desinformação».
Confiar nas escolas? Li bem? Confiar nas escolas? Escolas portuguesas? Aquelas que se moderniza enviando computadores para lá? A falta de desinformação lá será culpa de quem?
Em suma, chamem o Wally e decapitem-o.
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