Sentado na rocha ao pé do mar,
Só agora me apercebo da realidade da vida,
Bem diferente das nossas ideias,
O lado negro das crateras da lua.
Se me importo com tudo isto?
Talvez me importe mais por não ter compreendido mais cedo..
Mas todo o ser vive no seu mundo...
Idealizado. Obscuro.
Cresce a velocidade do vento.
Comparável à mudança repentina da
noite para o dia
na nossa vida.
Hoje de manhã tínhamos as mãos unidas e o sorriso brilhante.
Agora não te vejo...
as tuas mãos não sinto...
a tua cara não imagino.
É o eufemismo da vida.
Por vezes, tudo parece imutável,
raio do tempo que tudo muda.
Até as rochas que me apoiam desapareceram
com o embater das agressivas ondas...
O próprio calor que era a causa da minha vinda...
já se foi...
O que há agora não é mais
do que uma brisa gelada,
me chateia e entristece.
Preparo-me para ir...
É já de pé que te vejo.
Sentada o suficientemente longe para que não te veja...
mas o suficientemente perto para que me sintas...
Apesar de tudo...
No fim, lá estava ela.
PARABÉNS
e continua a escrever..
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
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3 comentários:
Quando comecei a ler recordei q isso nao era-me nada desconhecido: http://suspirosculturais.blogspot.com/2008/02/hoje-regresso-escrita-inspirao-voltou.html
Aiii vamos pedir autorizaçao sim? lool
Quando o poeta exterioriza a sua poesia ela deixa de lhe pertencer: pertence a quem a lê ou ouve. Assm, Bárbara, fizes te muito bem em transcrever o poema para o nosso blog: este espaço ficou mais rico, só isso.
qual autorização? lol deixa-te disso, SEM STRESS... :p
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